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sábado, 26 de março de 2011

Novo album da Avril Lavigne- Goodbye Lullaby

Goodbye Lullaby- Avril Lavigne

Goodbye Lullaby é o quarto álbum de estúdio da cantora canadense Avril Lavigne, que deveria ter sido lançado em novembro de 2009, mas, por motivos de burocracia, a gravadora decidiu lançar oficialmente em 8 de março de 2011. O primeiro single, "What the Hell", foi divulgado na pagina do Facebook da cantora no dia primeiro de janeiro de 2011.

A lista de música do álbum Goodbye Lullaby é composta por treze canções inéditas, das quais uma foi lançada um ano antes: "Alice", que fez parte da trilha sonora do filme Alice no País das Maravilhas. Todas as canções foram escritas por Avril Lavigne e algumas co-escritas por Max Martin e Shellback. Evan Taubenfeld também compôs três faixas deste disco. A demais, o seu ex-marido Deryck Whibley participou da produção de várias outras canções.

Faixas:
01. Black Star
02. What the hell
03. Push
04. Wish You Were Here
05. Smile
06. Stop Standing There
07. I Love You
08. Everybody Hurts
09. Not Enough
10. 4 Real
11. Darlin
12. Remember When
13. Goodbye


Estilo

Em uma entrevista para a revista ZINK Canadá, Lavigne disse que está voltando para suas origens como cantora com a canção Darlin, que escreveu quando morava com seus pais. "Sempre que ouço Darlin, penso na sala da família onde a escrevi e de tocá-la para a minha mãe, então é realmente especial para mim tê-la no álbum", diz ela. Disse ainda que esse novo álbum será o mais transparente que já lançou, contendo muito sentimento e emoção, e que sempre teve um foco para cada disco que fez em sua carreira.
Ela completou informando que a maioria das canções são tocadas com piano ao invés da usual guitarra, e que esse novo trabalho é o mais caseiro que já fez.
Na OK Magazine, Lavigne disse que, para ela voltar com o mesmo desempenho que teve em 2002 com a canção "Complicated", e para encontrar-se novamente após um casamento terminado, vai levar tempo, e que esse foi um outro motivo para o adiamento do seu quarto álbum.

"Eu me permiti ser vulnerável. Eu acho que é durante os momentos verdadeiros que as pessoas podem se relacionar mais. Aqueles que já ouviram o álbum tiveram fortes reações emocionais das músicas, então eu percebi que quando algo é verdadeiro, provavelmente irá tocar alguém. A beleza da música é que é aberta à interpretação." Disse Avril.

Opinião da crítica






 Críticas profissionais
Fonte
Rolling Stone
BBC
Entertainment Weekly
Allmusic
The Globe and Mail
The New York Times
Billboard
Vírgula
Billboard Brasil

O portal brasileiro "Vírgula", disse que o álbum não é tão divertido quanto Let Go, nem barulhento como Under My Skin e tampouco despreocupado como o seu terceiro álbum de estúdio The Best Damn Thing. E resumiu que Goodbye Lullaby tem tom sempre de lamento, que mostra que a estrada para a vida adulta e a liberdade não são fáceis. O site também avaliou que Avril queria se libertar da personalidade do começo de sua carreira e passar o que realmente ela é. E por fim julgou as canções "Wish You Were Here" como triste, "Black Star" como melancólica e "What The Hell" como a única que identifica a Avril de seus trabalhos anteriores. O portal Suite 101, disse que a canção "Wish You Were Here" lembra as canções de Pink, "Fuckin’ Perfect," e Demi Lovato, "Don't Forget". Já "Smile" reflete uma Avril rebelde. E o resto de álbum, segundo o site, pode ser comparada facilmente nos dias atuais de Alanis Morissette, com um toque mais simples.
A revista Rolling Stone disse que Avril está romântica em seu quarto álbum e que isso é um conceito difícil para a mente da canadense. Por quase uma década, ela foi do pop mais regenerado, ironizando e desprezando as canções "chicletes" mas "What the Hell" é justamente dessa categoria. Goodbye Lullaby é introspectivo, cheio de melodias tempestuoso com mensagens surpreendentes. E a publicação julga que o resultado é um disco pop, resistente as rádios, cuja músicas cativantes vêm em diferentes tipos: canções de amor descarado ("I Love You"), consolações ("Everybody Hurts") e romântico ("Goodbye"). E finaliza que "Stop Standing There" é uma das melhores canções de todo o álbum.
O portal de notícias do Reino Unido, a BBC, diz que esse disco não é igual ao vitorioso The Best Damn Thing. Afirmou que "Smile" é uma canção instável e o que realmente consegue se comunicar algum sentimento real é o "Wish You Were Here" e que o resto do álbum leva uma abordagem séria mais modesto. O site disse também que a separação com o cantor e produtor de Goodbye Lullaby, Deryck Whibley, mostrou a tal maturidade e que isso é apenas um salto para o fim da "infantilidade" de seu terceiro álbum de estúdio. Mas que o tema de desse novo trabalho de Lavigne é bem definida. E que ele é particulamente genuíno, uma angústia natural transmitida por Lavigne parecida com o hit "I'm With You". E por fim o site achou que, se Goodbye Lullaby foi tudo um pouco sobre o pensamento da cantora, o produto final está muito aquém das capacidades próprias de Avril Lavigne.
O site Entertainment Weekly, parceiro da CNN, disse que Goodbye Lullaby busca o equilíbrio, uma parte do disco é carregado com confecções brilhante, enquanto a outra consiste em reflexões mais silenciosos claramente inspirada em seu ex-marido, Deryck Whibley. E encerra a resenha dando um nota de B- com a justificativa que a cantora parece estar desesperada para compartilhar seu interior artístico, na qual está longe de ser completamente formado, segundo autor do site EW, Andy Greenwald.
O Allmusic disse que a Avril volta a reflexão igual ao álbum Under My Skin de 2004, só que nessa ocasião é por causa do divórcio dela vocalista do Sum 41. "What the Hell" que parece ser um sucesso, é apenas aparente, além de não ter muita diversão. E conclui que mais uma vez a canadense parece estar lidando com emoções apenas fora do seu alcance, nunca articulando sua angústia ou a elaboração de uma melodia melancólica, tornando Goodbye Lullaby prejudicado e não original.
O jornal canadense The Globe and Mail começou na sua resenha que quando Avril começou em 2002, ela mais parecia com a Alanis Morissette e que hoje é retomado como uma Kesha. Mas as canções que contem nele, são poucos para agradar alguém que já não é um fã. Este álbum é um pop industrial descartável. E o jornal questiona se a Avril realmente cresceu e o por que ela não aprendeu novos acordes. No meio do disco, há uma seqüência de sete canções em que seis das canções use a mesma cifra. E julgou "Goodbye" como uma balada feita de cordas e piano, além de ser a única coisa que Lavigne fez tudo sozinha, incluindo sua produção. É uma canção rica, que soa parecido como um anjo com asas esfarrapadas.
Um dos jornais mais importantes do mundo, o The New York Times, disse que Goodbye Lullaby está em voz alta e emocional, sem sair do gênero pop. Uma área onde os dons de Avril estão nas correspondências ao tocar as melodias generalidades e clichês do coração. Suas novas canções são sobre amor agarrada a longo prazo ou esquecer delas sem rancor. "Wish You Were Here", "Remember When" e "4 Real" é comparado, pelo jornal, com os estilos de Katy Perry e Taylor Swift. A Senhora Lavigne, como o The New York Times o trata em sua resenha, disse que ela está se mantendo distante dos R&B e dance music atuais e que optou por um protótipo inesperado: uma estrela adolescente, colega canadense que cresceu, Alanis Morissette, além de mostrar referências de outras de suas canções com Alanis, entre eles "Push" e "Darlin". O primeiro single do álbum, "What the Hell" - no qual ela interpreta uma menina boa que decidiu "mexer" - é uma nova onda de colaboração de músicas "chicletes" com os compositores sueco Max Martin e Shellback. E finaliza que o material não é um pop comercial, composta de canções mais pessoais, que oferecem informações, humor e um senso de desapego.
Goodbye Lullaby recebeu críticas geralmente favoráveis, recebendo uma média de 61/100 no Metacritic, que se baseou em seis opiniões de publicações de sites especializados na área da música. A revista Billboard disse que sua atitude e atrevimento habitual aparece no primeiro single "What the Hell", mas a maioria das outras canções desse disco tem as características de uma Avril poeta, em águas mais profundas e emocionais e perceber que "o amor dói se é certo ou errado." E encerra que o álbum é decididamente no amor em várias dessas 14 faixas.
Na resenha feita pelo Rodrigo Ortega da Billboard Brasil, começa dizendo que a Avril está empoleirada na cada do álbum com um olhar ameaçador, dando referência a personagem Natalie Portman do filme Cisne Negro. E disse que Lavigne demorou ao sair do mundo "cor-de-rosa" e que aprendeu a como lidar com os lados de uma boa e má garota. A cantora se impôs, segundo o crítico, ao escrever metade das 14 faixas sozinha. No disco ela revela a estridência ao cantar e se sai melhor quando fica "muito safada" a exemplo na canção "What the Hell" e ao mostrar uma face piriguete em "Smile", ou muito boazinha em "I Love You" e encerra ao som do estilo de Coldplay com "Black Star" e "Goodbye".

Agora, minha opinião sobre os disco, faixa por faixa:
*Começando com "What the hell", tô viciada nessa música, é super d+++!
*"Goodbye" é bem melancólica, calma, um pouco até triste, mas bonitinha.
*"Black star" é legal, bonitinha, eu gostei, de verdade.
*"4real" é linda!
*"Push", nossa, Push eu AMEI, é muito linda mesmo, me lembrou a "Fall to pieces", que eu também amo.
*"Wish you were here" também é muito fofa, gostei.
*"Smile" é muito da hora, amei! Tem toda aquela ousadia presente nas letras da Avril e o tal estilo de letra que me inspira, músicas muito loucas, ousadas e extrovertidas.
*"Stop standing there" é também fofinha, bem naquele estilo Alanis Morissete.
*"I love you" é bem romantica, legalzinha.
*"Everybody hurts" é linda também, parece que é um grande desabafo.
*"Not enough" é bonitinha, também um desabafo.
*"Darling", eu AMEI! Muita romantica, linda!
*"Remember when" é lindamente romantica, daquelas músicas que tocam lá no fundo do seu coração, dá até vontade de chorar.

Avril Lavigne- Push


Eu acho que nesse disco, a Avril quis se encontrar dentro de suas canções, crescer musicalmente, deixar de lado aquela adolescente rebelde (que eu amava) e se tornar uma mulher atrevida, confiante, romantica e divertida.
Algumas situações da vida que nos acontece nos muda por dentro, nos faz crescer, eu, que componho músicas já há três anos, sei bem o que é isso, crescer. Crescer musicalmente não é fácil, há exemplos de bandas que cresceram musicalmente, como o Green Day e o Blink 182.
Todas essas experiencias são importantes para nós, é como aquele momento de ser adolescente, se sentir livre acabasse, é quando você acorda, olha o mundo pela janela e percebe que a vida é mais que curtição.

E você? Gostou da "nova" Avril Lavigne? Deixe seu comentário!
Bjs!

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