A cantora norte-americana Whitney Houston morreu na noite deste
sábado (11), aos 48 anos, em Los Angeles. De acordo com a rede de
notícias CNN, a morte da cantora foi declarada às 21h55 (horário de
Brasília), no Beverly Hilton Hotel.
A policia informou à KABC-TV que Whitney morreu em seu quarto,
localizado no 4º andar do hotel. As causas da morte ainda não foram
esclarecidas e não se sabe se estão ou não ligadas ao uso de drogas.
A polícia recebeu uma ligação de emergência de alguém da equipe da
cantora e os agentes encontraram Houston caída no chão de seu quarto.
Aparentemente as tentativas de ressuscitá-la não surtiram efeito.
"Não havia sinais óbvios de tentativa criminosa no local, que está sendo
investigado pelo departamento de polícia de Beverly Hills", afirmou
Mark Rosen, porta-voz da polícia.
As reações de outras personalidades da música foram imediatas. No
Twitter, Mariah Carey afirmou: "Estou de coração partido e em lágrimas
pela morte de minha amiga, a incomparável Whitney Houston". Rihanna
escreveu "sem palavras, apenas lágrimas", enquanto Katy Perry disse
estar "devastada".
Lenny Kravitz, também através de sua conta no Twitter, afirmou:
"Whitney. Descanse em paz. Não haverá outra como você. Lenny". Usher
também deixou sua homenagem à cantora: "Descanse em paz Whitney Houston.
Um verdadeiro ícone da nossa época. Foi cedo demais."
No auge da carreira, a cantora foi considerada um dos maiores ícones
da música pop. Do meio dos anos 1980 ao fim dos anos 1990, Whitney foi
uma das artistas com mais discos vendidos. Seu sucesso a levou atuar no
cinema em filmes de sucesso como "O Guarda-Costas", com Kevin Costner, e
"Falando de Amor".
Mas, a partir da metade dos anos 1990, Houston tornou-se mais um caso de celebridades que chegaram à beira da falência por causa das drogas.
A venda dos discos despencou e os hits pararam de tocar nas rádios, uma
vez que sua imagem serena foi abalada por um comportamento alterado e
aparições públicas bizarras.
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